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Deserto de Ondas - parte 4 - CLASES EN EL COLEGIO

El Colegio - força total

Último capítulo da série cheio de imagens incríveis do big swell que mexeu a costa de todo Pacífico na América Latina no mês de Agosto de 2011.
Nesse vídeo a galera de Iquique bota pra baixo e dão aulas na direita de 'El Colegio', pico mais famoso da cidade.



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Deserto de Ondas - parte 3- AS MONTANHAS NÃO SÃO SÓ DE AREIA

pico de Urracas
 Iquique me surpreendeu com suas boas ondas.
Quando passei por aqui em janeiro eu não conheci direito a cidade, que agora me parece muito mais leve do que naquele momento.A cidade está crescendo, mais edifícios sendo construídos comércio aumentando e a chance de uma vida melhor aparecendo pra muita gente da região desértica.
Saio pra gravar o video do Rodrigo quase todos os dias. Freqüentamos sempre o pico de Urracas que oferece uma boa esquerda com fundo de pedra que faz a onda ter um peso esmagador.

A entrada de um Swell gigante fez com que eu conhecesse Franco Russo e uma galera casca grossa do Town In em Iquique.
sopa de Raibo no Hula-Hula
Franco é proprietário do restaurante Hula-Hula situado na península justamente ao lado da grande onda chamada El Bajo.

Ele conta que faz 5 anos o Town In começou aqui na cidade. Antes era no braço mesmo que eles dropavam a big onda quando dava condição.
A galera conta com  o apoio do proprietário da loja Vertical, Sergio Peña. Ele possui uma série de equipamentos, reúne o pessoal 4 dias antes do swell chegar para organizar tudo com calma e maior segurança possível pra que os dias de town in sejam felizes e proveitosos.

Nesse vídeo voce vai ver imagens da cidade de Iquique, sua orla marítima e as ondas de El Bajo sendo dropadas pela galera casca grossa local.

Deserto de Ondas - parte 2

Quando entramos na Argentina eu comecei a realizar uma das minhas primeiras vontades de viagem pelo país.
Desde 2009 que  eu estava querendo conhecer Salta e seus desertos de sal. Por acaso foi dessa idéia que surgiu a compra da CB 450(Conquista), e o início do Projeto Roads On de Curitiba até a Playa Negra na Costa Rica.

Foi bacana esse trecho porque usamos estradas que eu não conhecia mas eram possibilidades no meu projeto passado.

Rodamos uns 1.000 km até chegar em Salta onde dormimos por uma noite.


A cidade é bacana, movimentada pelo turismo internacional por ter varias atrações aos arredores como passeio de trem pelas cordilheiras, visitas aos desertos de sal, arquitetura histórica.

Acordamos cedo e partimos com a idéia de chegar até San Pedro do Atacama no Chile.
Não demorou muito para entrarmos nas cadeias de montanhas das Cordilheiras dos Andes, um caminho novo para mim mas que me trouxe ótimas recordações da passada pelo 'paso' mais ao sul em direção a Santiago em moto.
Essa ta da cordilheira é de deixar o cara impressionado acho que todas as vezes que a cruza.
as imagens que voce ve ficam realmente grampeadas na mente e faz você pensar fundo no sentido da vida e do que você faz dela.

Paramos no ultimo posto de gasolina mais ou menos a 3.800 metros de altitude. O frio ja pegava forte mesmo com um solzinho de fim de tarde.

Entramos no restaurante de um hotel anexo ao posto de gasolina para comer algo antes de seguir viagem e tivemos a noticia de que nao poderíamos seguir adiante pelo mau tempo no topo da cordilheira.
Nessa época do ano tem hora pra você poder cruzar de um lado a outro pelas nevascas bruscas que chegam de surpresa nos quase 5 mil metros de altura.
Na outra manhã acordamos 5 e meia para aproveitar o dia e fazer o que pudesse de imagens e também ainda faltavam algumas boas centenas de quilômetros para percorrer.

Fazia muito tempo, acho que desde minha ida a Nova Zelândia que eu não sentia um frio tao grande.

estava -10 graus e era quase insuportável o vento em qualquer parte descoberta do corpo.
Entrei no carro e fui tomar a minha agua, estava uma pedra. Aí vi que a coisa estava pegando mesmo.
Saímos animados com o bom tempo, falantes, apreensivos e ansiosos para ver como estava o caminho a nossa frente quando o pneu traseiro explodiu. 10 pras 8 da manhã, o termometro marcava -10 graus e fora do carro a sensação era de pelo menos uns 5 graus a menos pelo vento cortante e a falta de Sol.


Puta que pariu, saímos da camionete e simplesmente a mão congelava e a tremedeira era de dar inveja aos epilépticos de plantão.

Só existia uma coisa a fazer, trocar o pneu o mais rápido possível porque as janelas do tempo mudam rapidamente nessa época e a aduana libera a passagem apenas por algumas horas do dia.

no mesmo instante que vimos o estado do pneu o Rodrigo ja desabafou que nem tinha idéia de como trocar o pneu de sua camionete. Esses carros tem um sistema de roldanas para soltar o estepe que se você não treinar para tira-lo o processo pode demorar um largo tempo.

Mas a sorte do Rodrigo nesse dia estava em alta e eu logo falei que era pra deixar comigo, macaco véio do sistema; comecei a fazer o processo da troca.

Saímos rodando com mais cautela dessa vez pois não tínhamos mais a chance de troca do pneu e ainda não havíamos passado nem a aduana argentina.
Os quilômetros foram passando e chegamos na famosa San Pedro do Atacama.

De verdade não me chamou a atenção a cidade. É um lugar meio de encontro de hippongos e turistas do primeiro mundo que querer passar aragem no deserto.

tem uns restaurantes e umas baladinhas nortunas embaladas por peiote. Essa é a fama ao menos. Nao ficamos pra ver essa parte do show.

Chegamos no pacifico no fim de tarde concretizando a segunda parte da aventura com muita felicidade pelos 3.500 km rodados em busca do famoso e medonho Deserto de Ondas.



Deserto de Ondas - parte 2 from Cauê Quadros on Vimeo.

Deserto de Ondas - parte 1


Foi quando eu estava no Equador, voltando da Costa Rica que fui chamado pra fazer um trabalho de vídeo para o Rodrigo Decker. 

Conheci o Rodrigo lá em Montañita mesmo no carnaval quando eu subia com minha CB 450 para a América Central.
Ele ja tinha comentado que me levaria em uma de suas viagens para registrar tudo em vídeo e foto mas eu não esperava que seria tão cedo.

Estava eu no aconchego da pousada Balsa House quando soube da noticia.

- Partimos fim do mês pra Iquique, norte do Chile, e ficamos uns 30 dias.- disse ele.
Eu aceitei na hora mesmo sabendo que o meu tempo no Brasil seria curtíssimo e mal daria tempo para lavar as roupas e partir novamente para a estrada.

Aterrizei em Curitiba por uns poucos dias.

Conversei por telefone com o Rodrigo e parti para Porto Alegre onde ele me apanhou e nos dirigimos para sua casa em Garopaba, Santa Catarina.
Esperamos por alguns dias a chegada do documento da camionete que havia sido pago uns dias antes da trip para que não tivéssemos problemas com as aduanas.

Enfim partimos em uma segunda-feira e passamos em Taquara, cidade onde ele mora, para apanhar umas coisas e seguimos para Uruguaiana, fronteira do Brasil com Argentina onde descansamos do primeiro dia de viagem.




Deserto de Ondas - parte 1 from Cauê Quadros on Vimeo.

A MAIS NOVA AVENTURA


Untitled from Cauê Quadros on Vimeo.


Dos Pampas ao Atacama  em busca das Ondas Geladas do Deserto chileno.
É dada a largada a mais nova aventura.
Acompanhe aqui as novidades dessa nova Grande Cruzada.
 
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